Aqui fica uma homenagem para a música que inspirou nosso blog. O filho da mãe do Jorge Ben conseguiu colocar na letra tudo de mais importante que qualquer pessoa que quer fazer diferente deveria seguir.
Mark and Faris this is the guy that composed the song that inspired our blog. You have already listened to the song, but this video is amazing.Best
Maurício
Trabalham em andares diferentes. Não tem muito tempo que se conheceram, mas ele vai pedi-la em casamento. Ela vai aceitar.
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Todos os dias após o expediente ele passa no hospital. Para visitar o filho. Ele está muito doente, os médicos não sabem o porquê.
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Ela deixou o emprego porque se apaixonou. Trabalhava para ele. Vão viajar muito por aí, e depois ele vai trabalhar para ela.
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Era câncer, hoje não mais. Vai abrir uma pousada, bem longe daqui. Ela já está lá, bem longe daqui.
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A separação foi tumultuada, o ex-marido não foi muito legal. Mas conheceu um outro moço. Moram juntos, ela está feliz.
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Namoravam, terminaram. Seguiram suas vidas, tiveram filhos, separaram-se. E resolveram namorar de novo.
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Ele dirigia o carro quando houve o acidente. A filha morreu. Assim como o seu sorriso, tímido, impreciso.
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Tem uma intensidade comovente em cada história que se escreve aqui, ao meu lado.
Good to be here. Thanks to Mauricio for putting this together.
Been interested in the campaign for the Universal Film “Forgetting Sarah Marshall”. There was tons of chatter about it around LA when it first hit the majority of our billboards. If you’re in any major North American city, you were most likely exposed to outdoor media that looks like this:
The teaser campaign is a good example of simple transmedia storytelling.
Rumor has it the whole concept came about because the best scenes in the film were too risqué for American TV broadcast standards. So the marketing folks cooked up a clever way to get people to check out their restricted video trailer.
The result, an easy-to-access Alternate Reality Experience (ARE) that leaves anyone who follows the breadcrumbs with just a bit of conviction to a deeper connection to the content.
Here’s how it worked: All over town, there were billboards, subway signs, and bus posters like so...
Following the URL on the ad,
you’re taken to an inUniverse BLOG set up by Peter Bretter, the television music composer who's been dumped by Sarah Marshall. There, you can watch a short Access Hollywood-style video explaining how Peter got the money to plaster his ‘I Hate Sarah’ billboards all over town.
Clicking the most provocative link on the BLOG brings you to the "restricted" trailer site.
Digging deeper, they’ve filled out their characters, story, and world with some other sites like a faux NBC.com TV page for “Crime Scene” – Sarah Marshall's TV series and a Myspace page for Infant Sorrow, Aldous Snow's band. He's the Eurorocker Sarah's chosen over Peter.
Unfortunately, the follow-up to the teaser campaign probably left some disconnect between the catchy outdoor and the fact that they were really advertising a Judd Apatow-produced film that's getting a ton of critical love.
It opened this weekend in the US (April 18th) to the tune of $17.7 million dollars. Not the biggest Apatow opening ever. For comparison’s sake, here’s a list of some of his troupes' past opening weekends starting with the most recent release:
* Forgetting Sarah Marshall -- $17.7 Million
* Drillbit Taylor -- $10.3 Million
* Walk Tall: The Dewey Cox Story -- $4.1 Million
* Superbad -- $33 Million
* Knocked Up -- $30.6 million
* Talladega Nights -- $47 Million
* 40 Year Old Virgin -- $21 Million
* Anchorman -- $28 Million
Universal deserves credit for taking a creative risk and using their marketing money to deepen their narrative – especially for a comedy. If “Forgetting Sarah Marshall” ran away with the weekend (it came in second to "Forbidden Kingdom's" $21.4 Million), it could have proven a HUGE step in the direction of allocating future funds towards transmedia storytelling.
Other opporunities for success remain.
Rumor has it 42 Entertainment/Warner Bros' "The Dark Knight" ARG is up to 3,000,000 participants. If strong transmedia campaigns can be translated into box office dollars, it’ll provide content creators with a lot more opportunity to extend their narrative and ultimately deepen the relationships with the audience and their content.
Sony just launched a similar campaign for their upcoming release "Hancock". Judge for yourself here.
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Uma hora ou outra toda subcultura ganha a atenção da mídia e do Mercado e vira mainstream. Isso aconteceu com o Skate nos anos 80, a lambada no começo dos 90 e mais recentemente com o Funk Carioca. Mas logo, logo o grande público perde o interesse e a moda volta a ser nicho. Tenho prestado atenção cada vez mais na reformatação que o underground sofre quando ela submerge de volta. Parece que sua identidade se fortalece, ganha credibilidade e suas raízes ficam mais visíveis.
Acredito que todas as marcas deviam prestar mai atenção nesse tipo de fenômeno, porque se associar a um movimento assim pode te trazer muito mais retorno e fidelidade do consumidor. Ficar apenas prestando atenção em novas tendências e pegando carona em fenômenos que estão por cima pode baratear sua marca e ela pode acabar ficando tão descartável quanto as tendências que ela segue.
Semana passada fui no aniversário de 25 anos do RENEGADE ROCKERS, grupo de breakdance mais antigo da Costa Oeste. Os Bboys tiveram seus 15 minutos de Jornal Nacional nos anos 80 e rapidinho voltaram pro underground. Eu também achava que o movimento já estava em decadência há anos, mas quando cheguei vi que não era nada disso.
Aqui estão algumas fotos que tirei e acham que contam o resto da história.
D.
Transmedia narratives, as conceived of by Henry Jenkins, originally grew from filmic content, spreading the narrative out into other channels, loading games and cartoons with elements of the plot.
The clever people at Penguin UK have taken the model and adapted it for a much older form of storytelling.
We Tell Stories extends the books off the page into the interactive spaces of the web and reality, allowing readerwriters to contribute to the narratives and pulling in ARG elements to appeal to a generation bred on games.
6 stories will unfold week by week, but there is a seventh story, hidden somewhere on the web, that requires its readers to find and complete it.
As the site says: These stories could not have been written 200, 20 or even 2 years ago.
*For the english version, click here
Nada é mais rápido pra emocionar, inspirar e grudar igual chiclete que nem música. Em três minutos ou menos você já está sugado no mundo, na atmosfera, na história que aquela canção transmite e assim que ela chega ao fim ela passa a fazer parte da sua história.
Aqui estão algumas canções e histórias que marcaram a minha cobertura do South By Southwest semana passada em Austin, TX. Estive por lá a convite do Programa Alto Falante, você pode conferir as matérias no www.programaaltofalante.com.br e a partir da semana que vem na TV Cultura.
#1 Sem Nome - Dan Deacon à capela acompanhado por 30 + pessoas.
3 da manhã. Coreto do campus da Universidade do Texas. Cerca de 30 universitários esperando por um show secreto do ídolo indie Dan Deacon, duas horas depois do seu show oficial no SXSW. Ele chega e pede pra todo mundo sentar em torno dele, parecia uma espécie de guru nerd da nova contra-cultura. Cercado por calor humano, ele pede pra todos o acompanharem numa série de sons excêntricos. Uma composição de música eletrônica à capela. Ao final da música, ele levanta e começa um monólogo sobre cristais formados por mijo de policiais nazistas, o órgão genital do Gandalf e do Homem-Aranha e polvos fumadores de haxixe. Tenho tudo gravado em fita, se alguém duvidar.
#2 Walk on the Wild Side - Lou Reed e Moby.
Tributo ao Lou Reed. Várias bandas tocando músicas suas e do Velvet Underground. Eu olho pro lado do palco e vejo o Lou Reed em pessoa tirando fotos de toda a apresentação. Eu tava com uma camisa do Madball, legendária banda de hardcore de NY e pelo visto ele deve ser fã, porque ele tirou uma foto minha, enquanto tirava uma foto dele. A canção mais icônica de NY na fase pré-punk tinha que ter sido tocada por ele mesmo. O Sr. Reed sobe no palco e começa a tocar Walk on the Wild Side na companhia do Moby. Não que ele precisasse de companhia pra essa ocasião. No fim do show, emocionado, ele chega no microfone e grita: "EU AMO PUNK. E EU FUI O PRIMEIRO, PORRA!"
#3 Rollercoaster – Kimya Dawson
“My rollercoaster got the biggest ups and downs as long as it keeps going it’s unbelievable.” É assim que se encerra essa doce composição de Kimya Dawson, mais conhecida pelas suas músicas no filme JUNO. E também se aplica à uma característica desse festival, dos momentos inesperados, como quando estávamos tomando café e conhecemos a própria Kimya que nos chamou pra um show secreto dela em um parque da cidade.
#4 My Banners - Tree Wave
Esta música em si nem é tão importante quanto o movimento que ela representa: o 8 bit. Um grupo de pessoas obcecadas em transformar Gameboys, Commodores e até impressoras em instrumentos musicais. Foi a demonstração mais sincera de amor pela musica em todo o evento. Você vê que eles não estão lá por nada mais que transformar barulhinhos de videogame em harmonias dançantes.
5 Highway to Hell - Wing.
Primeiro vá ao www.wingtunes.com e depois leia.
Eu e um amigo Vince Montelongo já somos fãs dessa cantora Chinesa radicada na Nova Zelândia há alguns anos. E ele me disse uma coisa que me marcou durante o show: “As pessoas estão assistindo ela como se fosse uma piada e não como uma genuína representante da música outsider como deveriam a ver.” Isso bateu forte no meu cérebro e ao ouvir Highway to Hell percebi como, meio que sem querer, ela desconstrói os mitos do rock com sua voz esganiçada.
Agora toda vez que ouvir uma dessas cinco músicas, essas são as memórias que estarão para sempre atreladas a elas.
D.
Com muitíssimo orgulho e prazer confirmo neste post que teremos em nosso time de alquimistas fixos do blog o Mark Warshaw, responsável pelos cases de Transmedia do Heroes no "Heroes: Evolutions", um cara muito especial e um profissional à frente do seu mercado.
Ontem, pelo telefone, ele ficou muitíssimo feliz de poder fazer parte de um projeto no Brasil e compartilhar suas idéias:"Awesome man! I'm in!".
Semana que vem ele fará seu primeiro post.
Mark, welcome! Here come the Alchemists! :)
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A Mother, agência independente inglesa, lançou uma revista em quadrinhos. Não se trata - a princípio - de um projeto de Branded Content.
A sacada, por mais marqueteira que possa ser, é que "como eles vão propor projetos mirabolantes para os clientes se a própria agência não arrisca?".
O interessante é que a HQ será encartada na Time Out, revista de dicas culturais inglesa. A Mother fechou alguns acordos de permuta/escambo com clientes com os quais ela gostaria de trabalhar mas que não tinham orçamento para bancá-la. A Time Out pagou em páginas e dois anos depois a agência tinha espaço suficiente para lançar o quadrinho.
É uma alquimia de:
práticas antigas (permuta, job) com práticas pouco utilizadas em nosso mercado (arriscar, investir em conteúdo próprio, criar produto).
Ótima dica do Nasi.
A Mother será tema da Revista da Criação de maio. Mas tem um post super legal da Regina Augusto sobre a agência aqui.
Pessoal, muita gente gostou, elogiou e pediu o vídeo feito pela ETC Filmes para o Proxxima. O desafio que passei para eles foi para falarem dos Geeks, inovação e só usar imagens da internet. Os caras conseguiram. Divulguem!
Uma palhinha da apresentação “TED - se vira nos 30” que houve no Proxxima.
Aqui falou-se sobre o case de Transmedia Storytelling do Heroes.
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